Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente”
(Mt. 2, 9b-10)
As estrelas sempre estiveram presentes na espiritualidade dos povos e igrejas inspirados na tradição bíblica. No livro do Gênesis, Deus fala a Abraão: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las.” E prossegue: “Assim será a sua descendência” (Gênesis 15,5). As estrelas também motivam o cantar do salmista: “ele conta o número das estrelas, e chama cada uma por seu nome” (Salmo 147,4).
A espiritualidade que provém da mística das estrelas revela-se na ternura e no cuidado de Deus para com a natureza e a humanidade. É bom deixar-se seduzir pelas maravilhas que as estrelas nos revelam: têm habitação nas alturas, estão acima, lá no alto; brilham na escuridão da noite; iluminam e apontam caminhos; são de diferentes magnitudes: pequenas e grandes, cada uma com seu brilho e calor próprios.
A estrela que os magos seguiram na busca pelo menino que nasceria em Belém não apenas guiou-os pelo caminho como revigorou a esperança deles no encontro tão esperado com o Deus nascido. “E eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia à frente deles, até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente.” (Mt 2, 9b-10). Que triste seria o caminho dos magos não fosse o encantamento pela presença das estrelas.
PARTICIPE! Clique aqui
(Mt. 2, 9b-10)
As estrelas sempre estiveram presentes na espiritualidade dos povos e igrejas inspirados na tradição bíblica. No livro do Gênesis, Deus fala a Abraão: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las.” E prossegue: “Assim será a sua descendência” (Gênesis 15,5). As estrelas também motivam o cantar do salmista: “ele conta o número das estrelas, e chama cada uma por seu nome” (Salmo 147,4).
A espiritualidade que provém da mística das estrelas revela-se na ternura e no cuidado de Deus para com a natureza e a humanidade. É bom deixar-se seduzir pelas maravilhas que as estrelas nos revelam: têm habitação nas alturas, estão acima, lá no alto; brilham na escuridão da noite; iluminam e apontam caminhos; são de diferentes magnitudes: pequenas e grandes, cada uma com seu brilho e calor próprios.
A estrela que os magos seguiram na busca pelo menino que nasceria em Belém não apenas guiou-os pelo caminho como revigorou a esperança deles no encontro tão esperado com o Deus nascido. “E eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia à frente deles, até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente.” (Mt 2, 9b-10). Que triste seria o caminho dos magos não fosse o encantamento pela presença das estrelas.
PARTICIPE! Clique aqui
